{"id":136158,"date":"2025-02-18T15:00:00","date_gmt":"2025-02-18T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/nopontosc.com.br\/?p=136158"},"modified":"2025-02-18T15:00:00","modified_gmt":"2025-02-18T18:00:00","slug":"com-embarque-de-557-mil-toneladas-de-carne-suina-santa-catarina-bate-recorde-em-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/2025\/02\/18\/com-embarque-de-557-mil-toneladas-de-carne-suina-santa-catarina-bate-recorde-em-janeiro\/","title":{"rendered":"Com embarque de 55,7 mil toneladas de carne su\u00edna, Santa Catarina bate recorde em janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Foto: Arquivo\/SAR<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em janeiro de 2025 Santa Catarina exportou 55,7 mil toneladas de carne su\u00edna, alta de 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com os embarques de janeiro de 2024. As receitas do per\u00edodo foram de US$ 130,7 milh\u00f5es, que apontam crescimento de 12,0% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s de janeiro de 2024. Esses n\u00fameros foram divulgados no\u00a0<strong>Boletim Agropecu\u00e1rio,<\/strong>\u00a0uma publica\u00e7\u00e3o mensal da Epagri\/Cepa que re\u00fane informa\u00e7\u00f5es conjunturais das safras e dos mercados dos principais produtos agropecu\u00e1rios do Estado. Dados da Epagri\/Cepa apontam que os resultados de janeiro de 2025 s\u00e3o os melhores para o per\u00edodo desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 1997, tanto em quantidade quanto em receita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Santa Catarina foi respons\u00e1vel por 56,1% da quantidade e 56,4% das receitas das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne su\u00edna do primeiro m\u00eas deste ano. Os pre\u00e7os do su\u00edno vivo apresentaram altas em todos os principais estados produtores nas primeiras semanas&nbsp; de&nbsp; fevereiro,&nbsp; quando&nbsp; comparados&nbsp; aos&nbsp; de&nbsp; janeiro. Esses resultados marcam a interrup\u00e7\u00e3o do&nbsp; movimento&nbsp; de&nbsp; queda registrado&nbsp; nos&nbsp; dois&nbsp; meses anteriores,&nbsp; embora&nbsp; os&nbsp; pre\u00e7os ainda&nbsp; estejam&nbsp; distantes&nbsp; dos patamares &nbsp; alcan\u00e7ados &nbsp; em novembro do ano passado, pico de alta deste produto.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Arroz<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento da Epagri\/Cepa destaca uma queda de 25% nos pre\u00e7os em janeiro de 2025 em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, reflexo do avan\u00e7o da colheita e maior oferta do gr\u00e3o. Apesar do aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o em 2024, a rentabilidade foi positiva para os produtores, embora a tend\u00eancia de baixa nos pre\u00e7os para 2025 possa reduzir as margens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No com\u00e9rcio exterior, as exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram 61%&nbsp;em 2024, enquanto as importa\u00e7\u00f5es subiram 19,56%, impulsionadas por problemas clim\u00e1ticos na oferta interna. A safra 2024\/25 foi conclu\u00edda com 145 mil hectares plantados e deve apresentar um crescimento de 9,52% na produ\u00e7\u00e3o, beneficiada por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos. O cen\u00e1rio geral aponta desafios no mercado, mas uma recupera\u00e7\u00e3o produtiva para o setor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Feij\u00e3o<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ano de 2025 inicia com os pre\u00e7os recebidos pelo produtor de feij\u00e3o em queda. No m\u00eas de janeiro, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores catarinenses de feij\u00e3o-carioca teve varia\u00e7\u00e3o negativa de 12,21%. Para o feij\u00e3o-preto, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores tamb\u00e9m reduziu 19,76%. Com mais de 61% da \u00e1rea de feij\u00e3o 1\u00aa safra j\u00e1 colhidos, o comportamento baixista se deve a grande oferta de feij\u00e3o nesse momento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 o final da primeira quinzena de janeiro, cerca de 61% das \u00e1reas destinadas ao cultivo de feij\u00e3o 1\u00aa safra j\u00e1 haviam sido colhidos. Para as lavouras que est\u00e3o a campo, 67% da \u00e1rea encontram-se em matura\u00e7\u00e3o; 16% em flora\u00e7\u00e3o e 18% em desenvolvimento vegetativo. O feij\u00e3o 2\u00aa safra 2024\/25, com plantio de janeiro a mar\u00e7o, 82% da \u00e1rea j\u00e1 havia sido semeada. Para as lavouras j\u00e1 implantadas, as fases predominantes s\u00e3o a germina\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento vegetativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A expectativa \u00e9 que Santa Catarina cultive na safra 2024\/25, cerca de 66 mil hectares de feij\u00e3o, 5% a mais do que na safra passada. A produtividade dever\u00e1 aumentar 3% e a produ\u00e7\u00e3o dever\u00e1 chegar a 122 mil toneladas, incremento de 8,3% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Trigo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ano de 2025 inicia com os pre\u00e7os da saca de trigo est\u00e1veis. No m\u00eas de janeiro, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelos produtores catarinenses de trigo registrou eleva\u00e7\u00e3o de 0,32%. Na varia\u00e7\u00e3o anual, em termos reais, a alta foi de 2,80%. A sustenta\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os est\u00e1 relacionada \u00e0 baixa disponibilidade de trigo para comercializa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que produtores e cooperativas est\u00e3o realizando vendas pontuais, na expectativa de que as cota\u00e7\u00f5es do cereal se elevem. Muitos moinhos est\u00e3o dando prefer\u00eancia por aquisi\u00e7\u00f5es de trigo importado, no m\u00eas de dezembro o pa\u00eds importou cerca de 591 mil toneladas, 31,6% a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com safra encerrada, nesta temporada foram cultivados 123 mil hectares, redu\u00e7\u00e3o de 10% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada. A produ\u00e7\u00e3o estadual cresceu 38%, chegando a 426 mil toneladas. Nessa safra, tivemos uma boa recupera\u00e7\u00e3o na produtividade m\u00e9dia estadual, que est\u00e1 em 3.452kg\/ha, contra 2.237kg\/ha, obtidos na safra 2023, portanto, um incremento de 54%.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Milho<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a primeira safra, a \u00e1rea de cultivo diminuiu 11,5% em compara\u00e7\u00e3o com a safra passada. Entre os fatores que contribu\u00edram para essa redu\u00e7\u00e3o est\u00e3o os altos custos de produ\u00e7\u00e3o, a inseguran\u00e7a a poss\u00edveis ataques de cigarrinha e os baixos pre\u00e7os praticados em 2024. Apesar da redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de cultivo, \u00e9 previsto um aumento da produ\u00e7\u00e3o no estado em fun\u00e7\u00e3o da expectativa do incremento da produtividade m\u00e9dia de aproximadamente 32% na safra atual, alcan\u00e7ando 9.000kg\/ha. As primeiras colheitas est\u00e3o indicando uma safra excelente em termos de rendimento, pode ser a maior produtividade da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com rela\u00e7\u00e3o ao mercado, em janeiro de 2025 a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia estadual manteve um indicativo de retra\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os, embora pequena. Os pre\u00e7os internos no Brasil divergem do mercado internacional em janeiro, o mercado futuro com previs\u00e3o de alta para o contrato de mar\u00e7o\/2025, na Bolsa de Chicago e IBOVESPA-B3.&nbsp; H\u00e1 uma expectativa de pre\u00e7os melhores para os produtores em 2025 em rela\u00e7\u00e3o aos praticados em 2024, os pre\u00e7os futuros d\u00e3o sinais neste sentido no momento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Soja<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na safra atual os levantamentos realizados pela Epagri\/CEPA apontam para um aumento de 2,6% da \u00e1rea plantada, alcan\u00e7ando 772,5 mil hectares na primeira safra. A produtividade m\u00e9dia esperada dever\u00e1 ter um incremento de 9,36%, chegando a 3.771kg\/ha. Com isso, espera-se um aumento de 12,2% na produ\u00e7\u00e3o e no volume colhido de aproximadamente 2,91 milh\u00f5es de toneladas de soja 1\u00aa safra. As chuvas irregulares em janeiro e in\u00edcio de fevereiro de 2025 podem afetar as lavouras, em especial aquelas em fase de florescimento e enchimento de gr\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No pr\u00f3ximo relat\u00f3rio as estimativas ser\u00e3o atualizadas e, podem ser rebaixadas conforme as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e fase de desenvolvimento das lavouras em cada regi\u00e3o. Os pre\u00e7os da soja ao produtor apresentaram desde novembro de 2024 sucessivas quedas, em janeiro foi de 2,7% em rela\u00e7\u00e3o a dez\/2024. Em fevereiro indica a continuidade da redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os nos primeiros 10 dias. A expectativa da boa produ\u00e7\u00e3o no Brasil na atual safra \u00e9 um dos fatores relevantes na forma\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os no in\u00edcio do ano.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Alho<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No m\u00eas de janeiro o pre\u00e7o do alho ao produtor teve redu\u00e7\u00e3o de 5,7% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro. No in\u00edcio de fevereiro a cota\u00e7\u00e3o aumentou em 9,09% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro passando a R$18,00\/kg. Por outro lado, no atacado houve redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os em janeiro com o alho classes 4-5 sendo comercializado a R$21,20\/kg, redu\u00e7\u00e3o de 4,5% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro. O m\u00eas de fevereiro iniciou com nova redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, de 13,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, travando um pouco o ritmo de comercializa\u00e7\u00e3o da safra catarinense.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A safra 2024\/25 \u00e9 considerada muito boa sendo 98 % j\u00e1 colhida. A condi\u00e7\u00e3o da lavoura \u00e9 considerada 95% como boa e 5% m\u00e9dia. A colheita foi finalizada no estado. Em janeiro a importa\u00e7\u00e3o foi de 15,31 mil toneladas, quantidade semelhante ao que historicamente \u00e9 importado para o m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cebola<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande oferta de cebola no mercado nacional permanece e afeta fortemente as cota\u00e7\u00f5es da hortali\u00e7a. O pre\u00e7o m\u00e9dio da cebola ao produtor catarinense em janeiro foi de R$ 21,46\/sc de 20 kg. O m\u00eas de fevereiro iniciou com nova redu\u00e7\u00e3o passando a R$ 18,46\/kg, portanto abaixo do custo m\u00e9dio de produ\u00e7\u00e3o que \u00e9 estimado em R$1,68\/kg em nosso estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estimativa de produ\u00e7\u00e3o para a safra \u00e9 de 556 mil toneladas. Em Santa Catarina, a colheita da safra da cebola se encaminha para o final, com 96% da \u00e1rea plantada j\u00e1 colhida. As importa\u00e7\u00f5es foram de apenas 307 toneladas,portanto muito abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica para o m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bovinos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas primeiras semanas de fevereiro, os pre\u00e7os do boi gordo em Santa Catarina mantiveram-se relativamente est\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, com varia\u00e7\u00e3o de apenas&nbsp;0,4%&nbsp;no per\u00edodo, tend\u00eancia que j\u00e1 havia sido observada em janeiro, quando o pre\u00e7o subiu 1,2%. Dessa forma, ratifica-se a desacelera\u00e7\u00e3o do movimento de alta observado no \u00faltimo trimestre de 2024, quando o pre\u00e7o do boi gordo chegou a subir cerca de 25% no estado.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pre\u00e7os de atacado da carne bovina, por sua vez, apresentaram oscila\u00e7\u00e3o negativa nas primeiras semanas de fevereiro, com queda de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Embora essa varia\u00e7\u00e3o seja pouco expressiva, interrompe um consistente movimento de alta que vigorava desde meados de 2024.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Frangos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Santa Catarina exportou&nbsp;94,3 mil toneladas de carne de frango em janeiro \u2013 queda de 5,8% em rela\u00e7\u00e3o aos embarques do m\u00eas anterior, mas alta de 3,9% na compara\u00e7\u00e3o com os de janeiro de 2024. As receitas foram de US$ 183,9 milh\u00f5es \u2013 queda de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s do m\u00eas anterior, mas crescimento de 10,3% na compara\u00e7\u00e3o com as de janeiro de 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vale destacar que o resultado financeiro do \u00faltimo m\u00eas foi o segundo melhor da s\u00e9rie hist\u00f3rica para o m\u00eas de janeiro, ficando atr\u00e1s apenas de janeiro de 2023. O estado foi respons\u00e1vel por 21,9% da quantidade e 22,7% das receitas geradas pelas exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne de frango em 2025.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Leite<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, a produ\u00e7\u00e3o nacional de leite inspecionado alcan\u00e7ou 25,155 bilh\u00f5es de litros, a segunda maior produ\u00e7\u00e3o de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica. Santa Catarina respondeu por 13% do total nacional. A soma dessa produ\u00e7\u00e3o inspecionada com o leite importado (2,3 bilh\u00f5es de litros) mostra que a oferta total de leite de 2024 foi 2,4% maior do que em 2023. As importa\u00e7\u00f5es representaram 8,3% da oferta total.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pre\u00e7o aos produtores em janeiro\/fevereiro foram bem superiores aos dos mesmos meses de 2024, com boa rentabilidade para a atividade. Tend\u00eancia de pre\u00e7os em eleva\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses: redu\u00e7\u00e3o da oferta pela entressafra e aumento da concorr\u00eancia pelo leite.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os n\u00fameros foram divulgados no Boletim Agropecu\u00e1rio da Epagri\/CepaSuinocultura<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":136159,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[30],"tags":[],"class_list":["post-136158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sc"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136158","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=136158"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136158\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=136158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=136158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/thedeepblue.com.br\/nopontosc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=136158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}